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Os 7 Pecados Capitais

Eu estou um tanto quanto ocupado demais nesses dias, com a minha vida acadêmica. Nada muito preocupante, apenas tenho que dedicar minha atenção um pouco acima do que o necessário. Mas logo volta ao comum.

Então, para não deixar este blog as favas, resolvi colocar o texto que mais me agrada, aquele que é o meu xodó. Originalmente ele foi dividido em quatro capítulos, porém aqui eu o coloco na integra. Espero que vocês gostem dele da mesma maneira que eu gostei.

Ele foi postado, originalmente, entre 25 e 30 de janeiro, e teve no total 61 comentários.
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A Iaiá, do Se conselho fosse bom, me convidou para fazer um texto de como eu vejo os Sete Pecados Capitais. Antes de continuar, só gostaria de fazer um comentário: é estranho como sempre lembramos dos sete pecados, mas não nos lembramos das sete virtudes.

Voltando ao assunto, resolvi aceitar o convite e fazer o texto sobre como eu vejo os pecados capitais. Melhor que isso: resolvi entrevistá-los.

Só para lembrar quais são os Sete Pecados Capitais: Arrogância, Inveja, Ira, Preguiça, Avareza, Gula e Luxúria.


Na minha pesquisa, e para a minha sorte, descobri que Avareza e Luxúria são casados. Ao chegar, percebi que a casa é grande, porém de arquitetura simples.

Sou recepcionado pela Luxúria. Ela lembra uma dessas socialites que aparecem no programa do Amaury Jr.

Luxúria: Entre, não seja tímido. Estamos muito animado com essa entrevista e... Você não tinha uma roupa melhor? A sua está tão... tão... pobre e simples! Não repare na aparência simples de nossa casa. Já foi difícil fazer com que meu marido Avareza comprasse essa.
Eu: Isso prova a frase: os opostos se atraem...
L: O que você disse?
E: Nada não, apenas pensei alto.
L: Ahhh.

Quando entrei, o contraste com o exterior da casa é berrante. É quase um palácio! Sem querer, disse "uau".
L: Foi difícil convencer aquele velho avarento a ter, pelo menos, o interior da casa elegante.

Encontro Avareza em seu escritório, contando dinheiro. Sua roupa era simples e em tons escuro. Total contraste com Luxúria.

Avareza: O que você quer? Seja rápido, pois tempo é dinheiro.
E: Bem, eu só queria saber como é ser Avareza nos tempos atuais. E também como é ser Luxúria.
A: É complicado. Agora com essa onda de neoliberalismo, esquerdismo e blábláblá. Sinto falta da época do mercantilismo.
E: Mas ainda existe a acumulação de capitais...
A: Mas não é como antes. E ponto final.
E: Certo... E com a senhora, Luxúria. Como é ser Luxúria atualmente.
L: Ahhhhh é o must! As pessoas gastam, se mostram, é maravilhoso. É só ver como as pessoas gostam de ostentar seus poderes aquisitivos. Isso me fez lembrar de um casaco de pele lindíssimo que eu usei numa viagem para Paris, junto com a Inveja. Aliás, ela ficou com mais inveja ainda. Mas o Avareza só ficava reclamando o tempo todo e...
A: Claro, você gastava todo meu dinheiro! Você não sabe o suor que foi para acumular ele e...
L: Lá vem você novamente...

E foi iniciada uma discussão. Como vi que o papo ali não iria render nada, resolvi sair e ir para meu próximo alvo: Preguiça.


Fui me encontrar com Preguiça. Pelo nome, eu já sei que o papo não vai ser longo. Mas vou tentar extrair o que eu realmente quero: como é ser Preguiça atualmente.

É uma casa de veraneio, bonita pra caramba! E ela tem um clima que dá uma preguiiiiça. Nunca bocejei tanto na minha vida.

Encontrei Preguiça deitado numa rede, instalado perto de uma piscina. Era bem a imagem que eu tinha em mente. Quando me viu, pediu para que eu deitasse na rede próxima a dele.

Preguiça: Rapaz, mas me deu uma preguiça danada de te cumprimentar melhor, he he!
Eu: Imagino...
P: He he, eu realmente faço jus ao meu nome!
E: Antes que eu faça a pergunta principal, me queria saber como é que você cuida dessa casa. Deve ser cara...
P: E é! Só que um dia eu tive uma idéia de como Avareza poderia acumular mais dinheiro sem gastar tanto. Claro que só iria dizer se eu tivesse participação nos lucros. Ele topou, e aqui estou eu! He he.
E: Realmente, deve ter sido uma excelente idéia.
P: Opa! Sou preguiçoso, não burro.
E: Percebi. Mas me diga, como é ser Preguiça nos tempos atuais.
P: Igual. Não mudou nada desde que o mundo é mundo. Tem os trabalhadores e tem os preguiçosos. Eu costumo dizer que preguiça é igual a papel higiênico. Pode ter os aromatizados, os com folhas duplas, mas o formato original se mantém. A mesma coisa com a preguiça.
E: Nunca pensei dessa maneira.
P: Sobre a preguiça?
N: Não, sobre o papel higiênico.
P: Ahhh. Agora, vou descansar um pouco. Essa conversa me deu uma preguiça, he he he! Aproveite e descanse também.

Aproveitei e descansei também, afinal, ninguém é de ferro! Depois do descanso, fui procurar o meu próximo alvo: Ira.

Ira mora em um apartamento. Dois quarto. Bem classe-média, em um bairro tranqüilo. Entrei no elevador e fui até o andar onde mora Ira. Chegando, toquei a campainha e tive uma surpresa.


Gula: Olá! Você deve ser o Wagner. Entre.
Eu: Oi. Prazer. Você é Ira, não é?
G: Não, eu sou Gula!
E: Gula?!? Ué... achei que Ira morava aqui...
G: Sim, sim. Ela mora aqui. Eu só estou visitando. Somo muito amigos.
E: Ah, legal e... peraí. Ira é mulher?
G: Você achava que era homem?
E: É.
G: Normal. Mas ela é mulher.

Nisso aparece Ira. Longos cabelos molhados, roupa confortável, bonita até.

Ira: Oi. Você deve ser o Wagner. Tudo bem? A gente vai almoçar agora. E modéstia a parte, sou uma excelente cozinheira.
G: É sim! Por isso que sempre venho aqui!
I: Interesseiro, he he he. Almoce com a gente, Wagner.
E: Obrigado!

E concordo com isso. Ira sabe cozinhar. Aproveitei para entrevistá-los durante o almoço.

E: Ira, está excelente esse almoço!
I: Obrigada. Faz parte da minha terapia...
E: Terapia??
G: É. Ela tem feito terapia. Ficar nervosa demais começou a maltratar a saúde dela.
I: É. Estou nessa onda de geração saúde. Faço malhação e ioga. Além de comer apenas produtos sem agrotóxicos.

Eu fiquei um tanto quanto confuso. Como assim, Ira fazendo terapia? Ira calma? Desculpe o trocadilho infame.

E: Me explica mais sobre isso, de terapia.
I: Simples. Quando as pessoas ficam nervosas demais, pensam de modo irracional. Muitos conflitos acontecem por causa da raiva. E isso refletia em mim. Comecei a ficar doente. Por isso agora eu faço terapia para relaxar. Quem sabe se eu der o exemplo, as pessoas ficam mais calmas, né.
G: Cara... nhoc! nhoc!... você devia ver como era antes... chomp! nhac!... era feio a situação. Por qualquer coisa, ela já ficava brava.
I: Eu ficava brava com o Gula. Olhe para ele, come muito e não engorda nada! He he he he.

Realmente, Gula é diferente do que eu pensava. Eu imaginava sendo um cara gordo. Mas não, ele é tão magro quanto eu!

G: He he, pois é! Nem eu sei porque sou magro. Como, como, como e nada de engordar!
E: É, você é magro. Parece eu! Aproveitando a deixa, me fale como é ser Gula atualmente.
I: Ué, por que você não fez essa pergunta para mim?
E: Sem querer você já respondeu, he he he.
I: Ahhhh.
G: Então, ser Gula atualmente é muito bom. Nunca o homem produziu tanta comida. Basta ver como tem programas de culinária nas programações das emissoras de televisão! Quantos produtos são feitos para facilitar sua alimentação! É uma prosperidade nunca vista pela humanidade.
E: Mas ainda assim existe pessoas passando fome...
G: Mas isso é devido a problemas políticos, problemas de distruibição. Nunca foi um problema de produção. O homem tem tecnologia para modificar solos para plantação, melhoramento genéticos e outras coisas.
E: Realmente, concordo com você.

Depois disso, conversamos sobre amenidades. Ficamos jogando conversa fora. Desculpe o trocadilho infame de novo.

E: Bem, pessoal, preciso ir embora agora. Obrigado pelo almoço, estava delicioso.
I: Que isso, venha quando quiser!
G: E agora, qual pecado você vai procurar?
E: Não sei ainda.
I: Te aconselho a deixar Arrogância por último. Aquele velho não é nada fácil.
E: Arrogância é um senhor de idade?
G: Sim.
I: E não se assuste com Inveja...
E: E por que eu meu assustaria?
G: Você vai ver. Aguarde...

Depois desse conselho estranho, fui me encontrar com Inveja.



Fui me encontrar com Inveja em um lugar que, com certeza, é um ponto-de-encontro dos que se dizem moderninhos
.

Inveja: Olá. Está um pouco atrasado, hein.
Eu: Desculpe, acabei ficando mais tempo do que eu esperava com Gula e Ira!
I: Hunfs, aqueles dois, viu! Eles deviam assumir que se gostam...

Olhe para Inveja por alguns segundos e pensei: "É homem ou mulher?"


I: Sou uma pessoa andrógina.

E: Ahn?

I: Você estava se perguntando se eu sou homem ou mulher. Sua cara revelou seu pensamento. Percebi isso com meus lindos olhos verdes.
E: Mas quem tem olhos verdes é ciúmes¹.
I: Eu sei. Somos parentes e eu sempre invejei aqueles olhos. Agora uso lente para deixar igual, ou melhor.
E: E como é ser Inveja atualmente?

I: Olhe ao seu redor. Está vendo essas pessoas se fingindo amizade? Exibição pura! Sempre alguém terá algo que pode causar inveja em outra pessoa. Todos tem inveja. E qualquer coisa pode causar inveja. Até a felicidade do outro pode causar inveja em alguém!

E: A grama do vizinho é sempre mais verde.

I: Exatamente. Agora, com licença, eu vou me encontrar com Luxúria.

Inveja levantou-se e foi para seu encontro com Luxúria. Eu ainda fiquei um tempo ali, pensando. Me levantei e fui procurar Arrogância.

Ele estava em uma praça, sentado em um banco. Como me disseram, Arrogância é um senhor que aparenta ter 70 anos ou mais.
Vestia uma roupa até que elegante. Igual a essas que vemos pessoas idosas usando. Parei em frente dele.

E: Olá, Senhor Arrogância.

Silêncio

E: Senhor?


Ele levantou do banco.

Arrogância: Quem você pensa que é, para querer me fazer perguntas?

E: ...


E foi embora. Fiquei parado, mudo e perplexo com o que acabou de acontecer. Sentei no banco e fiquei olhando para aquele senhor.
Foi o melhor modo de Arrogância me mostrar que ele continua o mesmo, não importa a época.


¹ Apelido carinhoso que ciúmes recebeu na peça teatral Othelo, de
William Shakespeare.

Blá blá blá deWagner às 05:31 9 blá blá blás

Conselho blá-bláistico

Eu me reuni com toda a equipe deste blog, ou seja, o lado direito e esquerdo do meu cerebro.

Os velhos diriam supimpa! Os surfistas comentariam sóóóó e os moderninhos diriam que idéia hype! Homossexuais afetados gritariam ai, tou bege com isso enquanto tucanos fariam escólio sobre a concepção. E tenho alguns amigos que falariam o seguinte: p***a cara, essa parada é do c*****o!

Curiosos? Aguentem até o próximo post!

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Este post foi publicado originalmente em 13 de janeiro desse ano mesmo. Mas o que ele anuncia vai ser diferente da primeira vez. Por isso, aguardem mesmo!

Blá blá blá deWagner às 09:53 12 blá blá blás

Reality Show

O mundo era novamente um bom lugar para morar. Como o fim da carreira musical de Paris Hilton e a derrota de Cicarelli, o mundo parecia viver em paz!

Mas, em uma noite de terça-feira, surge ele: Big Brother Brasil. Como um Godzila invadindo Tóquio, ele adentra nossos lares e modifica a rotina de várias pessoas desse nosso território tupiniquim. De minha parte, não vou assistir. Só assisti o primeiro porque era novidade e mesmo assim não gostei.

Um comentário chauvinista: BBB só serve para mostrar quem serão as próximas peladas da Playboy. Ou quem vai ser a mais arrumada pelo Photoshop. Mas isso é a opinião de um homem. Gostaria de saber a opinião das mulheres que acessam esse blog.

Se é para ter um reality, que tenhamos um reality show bom. Nada de ficar vendo desconhecidos presos numa casa!

Nada de reality show de tiozinho gagá que mal consegue falar e ainda erra nas letras das músicas nos shows (que feio, Mr. Madman) ou de aspirantes a sucesso musical - que por ironia da vida - não fazem sucesso!

Nada de reality show onde casais ficam presos em uma casa para fazer sexo! Ahn, pensando bem, este último podemos reconsiderar...

Reality show interessante seria este:

Os Velosos

Caetano (ao violão): "Ia, ia, ia... gosto muito da... da..."

Entra Moreno Veloso

Caetano: Ô, meu Leãozinho, venha cá me dar um cheiro...

Moreno: Pô, pai, dá um tempo. Fica todo mundo me zoando por causa dessa história de Leãozinho. Eu sou é macho!

Caetano: Oxe, meu São Nizan da Merril Lynch! Onde já se viu baiano macho?!

Moreno: Ah, não enche. Tô caindo fora.

Moreno Sai. Entra Paula Lavigne.

Caetano (ao violão): "Ia, ia, ia... gosto muito da... da..."

Paula: Não acabou essa música ainda, criatura?

Caetano: Não acho a rima, Paulinha. Me ajude, vai. "Ia, ia, ia... gosto muito da... da...?" Alguma idéia?

Paula: Ai, isso é muito complicado. Vou malhar com a Paula Burlamaqui que eu ganho mais.

Caetano: Oxe, meu São Magalhães do Painel Eletrônico! Baiano só faz exercício pra alcançar trio elétrico, criatura!

Paula Lavigne sai. Entra Gil.

Caetano (ao violão): "Ia, ia, ia... gosto muito da... da..."

Gil: Axé, meu rei! Salve criatura divina e maravilhosa!

Caetano: Maravilhosa é tu!

Gil: Não, é tu!

Caetano: É tu!

Gil: É tu mais Bethânia!

Caetano: É tu mais Gal!

Gil: É tu mais Djavan mais Brown mais Caô mais Canô mais Gozô mais Gegê mais Nenê mais Geni mais Nego mais Dinda mais Dorival Caymmi.

Caetano: É tu mais João Gilberto!

Gil: João é tudo! João é mais!

Caetano: Gil, criatura iluminada, me ajude aqui nessa rima. "Ia, ia, ia... gosto muito da... da...?"

Gil:"...da complexitude de saber que Pablo Picasso inventou o cubismo em homenagem à minha tiaaaaaaaa..."?

Caetano: Humm... É genial como tudo o que tu faz, mas tá faltando engajamento. Que tu acha de "ia, ia, ia, eu gosto muito da percepção que a distribuição de renda na América Católica é desigualmente desigual quando eu vou à padariiiiiaaaaa..."?

Gil: Hummm... è fenomenal, mas tá faltando suingue, meu rei. Que tal "Ia, ia, ia, gosto muito da análise da civilização ocidental que o antropólogo Claude Lévi-Strauss fez na aula de Antropologiiiiiaaaa..."?

Caetano: Humm... É líndio demais, mas tá faltando baianitude. Que tal "Ia, ia, ia, gosto muito de Gal, Bethânia, Baby, Pepeu, Brown, Timbalada, Daniela Mercury e o Olodum na maravilhosa praia de Itapuã naquele dia em que choviiiiiaaaa..."?

Gil: Hummm... É sensacional, mas ainda é preciso certa simplicitude de formulamento a nível de encadeamento ritmado axezístico. Que tal "Ia, ia, ia, gosto muito da Bahiiiiiaaaa"?

Caetano: Vixe, Gil, é demais! Mais que demais, uma rima linda assim! Simples, axezento e genial. Oxe que Chico Buarque vai morrer de inveja! Tu é demais, preta!

Gil: Que nada, tu é que é divino e maravilhoso!

Caetano: Não, é tu!

Gil: Não, é tu!

Caetano: É tu!

Gil: É tu mais Bethânia!

Caetano: É tu mais Gal!

Agradeço a Aran, por ter tido essa idéia genial para um reality show!

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Esse post foi publicado originalmente em 10 de janeiro de 2007 e me rendeu 14 comentários. Se eu tivesse que modificar algo nele, tiraria apenas a redundância que fiz no primeiro parágrafo.

Blá blá blá deWagner às 11:42 10 blá blá blás

Uma Besteira incomoda muita gente. Cinco besteiras incomodam muito mais!

A pedidos de minha amiga virtual e blogueira Gabi, vou fazer uma lista de cinco besteiras fúteis que me incomodam!

Fila em caixa-rápido
Não é necessário explicar o que significa rápido, não é? E se é para ser rápido, não é para ter fila. Não filas que demoram, pelo menos.
Não é o que acontece quando vou ao banco onde tenho conta. Dá a impressão de que é preciso ter conhecimentos avançados em física quântica - com enfâse em aerodinâmica espacial - para que algumas pessoas consigam tirar um maldito extrato.


Falta de sinalização ou sinalização errada
Essa é uma raiva útil! É horrivel ficar andando perdido, principalmente de carro. Como se gasolina fosse barata. Que rua é essa? Que avenida é essa? Que cidade é essa?


Tv a cabo fora do ar
Essa é dose! Eu adoro assistir televisão, principalmente depois da invenção da tv a cabo. A Globo não presta, o SBT só vale por causa de Chaves e a única que presta é a TV Cultura. Mas todos os canais são parecidos, ou seja, mesma porcaria (excluindo a TV Cultura). E na tv a cabo eu tenho uma infinidade de opções que é praticamente


Bebâdo mala
Precisa dizer algo? Todo mundo já teve que aturar um desses!

Spams
E-mail spams, scraps spams e outros termos em inglês onde aparece esses malditos spams! Se o céu for uma grande internet, o inferno é ser obrigado a aturar spams!


Agora recomendo a essas pessoas fazerem suas lista de coisas bestas que incomodam!
Arthur - Silêncio de Chumbo
Mayara - Senhora Poppins

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Este é, na integra, o primeiro post que o meu blog teve, no dia 07 de Janeiro de 2007. E para um primeiro post, teve 6 comentários. Nada mal para um primeiro dia, acho.

Eu que tanto reclamei de MEME, comecei o blog com um! Altamente paradoxal, mas tudo bem, eu não lembrava desse fato. E ninguém pode reclamar agora, pois já declarei que irei participar de toda e qualquer MEME.

Blá blá blá deWagner às 14:07 19 blá blá blás